O câncer de colo de útero é um tipo de câncer que começa no colo do útero de uma mulher.
O colo do útero é a abertura do útero e conecta a vagina (ou canal do parto) a ele. O câncer de colo do útero geralmente começa com alterações nas células do colo do útero, chamadas de displasia.
Essas células anormais podem ser removidas para prevenir o câncer, se encontradas precocemente. Entenda mais sobre a prevenção do câncer de colo de útero.

Quais são os sintomas do câncer do colo do útero?

Para entender completamente a prevenção do câncer de colo de útero, é preciso conhecer um pouco mais sobre ele. Por isso, confira algumas informações extras.
Nos estágios iniciais do câncer de colo de útero, muitas vezes não há sintomas. Quanto mais tempo uma mulher ficar sem tratamento, maior a probabilidade de ter sintomas.
Alguns dos sintomas do câncer de colo do útero em estágio tardio podem incluir:
Sangramento vaginal pesado ou em alta intensidade (mais do que o habitual);
Sangramento após o sexo, entre períodos ou após um exame pélvico;
Dor durante o sexo ou micção.
Se você tiver algum destes sintomas, fale com seu médico. Esses sintomas podem ser causados ​​por outra coisa, mas a única maneira de saber com certeza sua causa é consultar um profissional.

Quais são os fatores de risco para o câncer do colo de útero?

Um fator de risco é qualquer coisa que aumente a chance de contrair uma doença. Qualquer mulher pode ter câncer de colo de útero, mas algumas mulheres correm maior risco devido a fatores como:

-Ter o vírus do papilomavírus humano (HPV);
O HPV causa quase todos os casos de câncer do colo do útero. É a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo. Homens e mulheres podem ter HPV.
– O HPV geralmente desaparece por conta própria, mas, se isso não ocorrer, pode causar câncer do colo do útero nas mulheres.
– Muitas mulheres terão uma infecção por HPV em algum momento de suas vidas, mas poucas terão câncer do colo do útero.
O câncer de colo de útero é mais frequentemente encontrado em mulheres que não passaram também pelo teste Papanicolau em mais de cinco anos ou que nunca foram examinadas.
As mulheres que foram examinadas, mas não acompanham o seu médico quando os resultados são anormais, também têm maior probabilidade de desenvolver câncer do colo do útero.
Fumar
As mulheres que fumam têm cerca de duas vezes mais chances de contrair câncer do colo do útero, em comparação com as mulheres que não fumam.
– Pesquisas mostram que os cigarros podem danificar as células do colo do útero, o que pode levar ao câncer na região. Fumar também enfraquece o sistema imunológico, tornando mais difícil combater as infecções por HPV.
Envelhecimento
Mulheres com mais de 30 anos são mais propensas a contrair câncer de colo do útero. Outros fatores de risco para câncer do colo do útero incluem:
Ter sido tratada anteriormente para câncer do colo do útero ou para células anormais que podem se tornar câncer;
Usar pílulas anticoncepcionais por cinco anos ou mais;
Dar à luz três ou mais vezes;
Ter múltiplos parceiros sexuais;
Ter o HIV, o vírus que causa a AIDS, ou outra condição que dificulta a luta do corpo contra infecções;
Ter uma mãe que tomou DES (dietilestilbestrol) durante a gravidez.

Afinal, como prevenir o câncer de colo de útero?

Alguns fatores de risco, como a idade, não podem ser controlados, mas outros podem. Algumas maneiras de reduzir o risco de câncer do colo do útero ou preveni-lo são:
Vacine-se
A vacina contra o HPV protege contra os tipos de HPV que mais causam câncer do colo do útero. É recomendado tanto para homens como para mulheres.
– Nas mulheres, a vacina contra o HPV ajuda a prevenir cânceres cervicais, ovarianos, uterinos, vaginais e vulvares. Também protege contra o câncer do ânus, boca e garganta.
– Nos homens, a vacina contra o HPV ajuda a prevenir o câncer do pênis, ânus, boca e garganta.
Visite o ginecologista com frequência
O câncer do colo do útero pode ser prevenido ou encontrado precocemente com exames de rastreamento regulares.
– Consulte o seu médico regularmente para um rastreio do colo do útero. Faça o acompanhamento com o seu profissional de preferência também se os resultados da triagem não forem normais.
– Existem dois testes de rastreamento que podem ajudar a prevenir o câncer do colo do útero ou encontrá-lo cedo:
Papanicolau
Um teste de Papanicolau é feito em um consultório médico. Uma amostra de células é retirada do colo do útero e enviada para um laboratório para ser analisada sob um microscópio.
– É mais frequentemente feito durante um exame pélvico de rotina. Se o teste de Papanicolau mostrar células que não são normais e podem se tornar câncer, seu médico entrará em contato com você.
– Existem muitas razões pelas quais os resultados do teste de Papanicolau podem ser anormais.
– Geralmente isso não significa que você tenha câncer. As mortes por câncer do colo do útero diminuíram em mais de 50% nos últimos 40 anos, principalmente devido ao teste. Por isso, aposte nele.

Teste de HPV de alto risco (HR)

O teste HR HPV procura tipos de HPV que causam a maioria dos casos de câncer do colo do útero. Ele pode ser feito ao mesmo tempo que o teste de Papanicolau.
– Um resultado positivo para o HPV HR significa que seu médico deve acompanhá-lo com frequência para garantir que as células anormais não se desenvolvam.
Qual é a diferença entre um exame pélvico e um teste de Papanicolau?
Muitas pessoas confundem os exames pélvicos com exames de Papanicolau porque ele geralmente são feitos ao mesmo tempo.
– Durante um exame pélvico, o profissional de saúde sente os órgãos reprodutivos.
O exame pélvico pode ajudar a encontrar doenças dos órgãos femininos, mas não encontrará o câncer de colo do útero em um estágio inicial. Para fazer isso, um teste de triagem é necessário.
Com que frequência devo fazer o rastreio do câncer de colo de útero?
Saber a frequência recomendada por profissionais para se manter saudável na região reprodutiva é essencial para prevenir o câncer de colo do útero.
Especialistas recomendam que ao menos o Papanicolau seja feito a cada três anos por mulheres entre 21 e 65 anos.
Ou então, que seja feito o teste de Papanicolau e o teste HPV de FC de forma conjunta a cada cinco anos para mulheres entre 30 e 65 anos que desejam prolongar o tempo entre os testes.
Converse com seu médico sobre a frequência com que você deve fazer o rastreamento do câncer do colo do útero.
Mulheres que não estão fazendo sexo ou que acham que estão muito velhas para ter um filho ainda devem fazer exames regulares do câncer do colo do útero.

Como posso obter um teste para câncer de colo de útero?

Uma das melhores formas de obter um teste para câncer de colo de útero é através de um plano de saúde responsável e de qualidade que permite que o procedimento seja o mais confortável e seguro quanto possível.
Por isso, a CAMIM oferece a seus clientes a condição ideal de se manter sempre em contato com sua saúde e com seu corpo, permitindo que tudo seja realizado em apenas um local: desde a consulta até a realização de exames.
Além disso, diversos planos estão disponíveis para permitir que você encontre o que mais lhe agrade e satisfaça suas necessidades.
Na hora de falar sobre o câncer de colo de útero, contar com agilidade é essencial. Por isso, a CAMIM proporciona diversas formas de marcar sua consulta, através, inclusive, de plataformas online e móveis.
Um atendimento com um clínico geral de 24 horas também é disponibilizado, permitindo que você se sinta sempre segura e faça parte do tratamento de uma equipe preparada para atende-la.
Conte com um tratamento humanizado e que realmente se preocupa com suas demandas, permitindo que você se sinta realmente amparada em suas necessidades e medos.
A CAMIM possui suas próprias unidades e permite que os exames de rotina para prevenir o câncer de colo de útero sejam marcados em períodos curtos de tempo, como em uma semana.
Além disso, suas unidades contam com uma estrutura diferencial, que não pode ser assemelhada a outros postos de menor porte e que realmente permite que o cliente sinta-se seguro e recepcionado.
No mais, além de contar com um serviço especializado para cuidar de sua área reprodutiva e de todo o seu organismo, siga as recomendações acima para prevenir o câncer de colo de útero e apostar em qualidade de vida.
Não fume, use sempre preservativos e reduza a tomada de pílulas anticoncepcionais, entrando em contato com um profissional para compreender melhor as opções que permitem o controle da gravidez.
Cuidando-se com carinho e mantendo seus testes sempre em dia, o câncer de colo de útero terá chances mínimas de afetar sua saúde e permitirá que você viva uma vida longínqua junto a todos que você ama!

O câncer de colo do útero afeta mais de 12.000 mulheres a cada ano no Brasil. O colo do útero é a parte inferior do útero, espaço que se estende para a vagina.
A maioria dos casos câncer de colo do útero está, na verdade, relacionada a um agente infeccioso chamado de papilomavírus humano (HPV). Ele é altamente curável quando detectado cedo o suficiente.
Nos estágios iniciais do câncer do colo do útero, geralmente não há sintomas ou sinais. Conforme o câncer cresce, os sintomas podem incluir sangramento vaginal anormal.
O sangramento vaginal anormal é o sangramento que ocorre entre os períodos, durante o sexo ou após a menopausa. Dor durante o sexo e corrimento vaginal são outros sintomas possíveis. Saiba mais sobre o assunto!

HPV: principal causa de câncer de colo do útero

Os Vírus do Papiloma Humano (HPVs) são um grande grupo de vírus, dos quais cerca de 40 podem infectar o trato genital humano. Alguns HPVs são conhecidos por causar câncer de colo do útero, enquanto outros causam verrugas genitais.

HPV e Fatos Rápidos do câncer de colo do útero

A maioria das infecções por HPV genital desaparece sozinhas. Quando se tornam crônicas, as infecções genitais por HPV podem causar alterações pré-cancerosas e cancerígenas nas células que revestem o colo uterino.
Mais de 90% dos casos de câncer de colo do útero são causados ​​por infecção por HPV.

Sintomas do HPV

Os tipos de HPVs que causam as verrugas genitais são diferentes daqueles que causam o câncer do colo do útero.
– As verrugas genitais não são lesões pré-cancerosas e não se desenvolvem no câncer de colo do útero.
– Os tipos de HPV de “alto risco” ou potencialmente cancerígenos podem permanecer no corpo por anos sem causar sintomas. A maioria das infecções, no entanto, desaparece por conta própria e não causa alterações celulares.

Como você obtém o HPV?

A infecção pelo HPV é extremamente comum. Na verdade, a maioria dos homens e mulheres que já tiveram relações sexuais contrai a infecção em algum momento da vida.
– Em algumas pessoas, a infecção persiste por anos, mesmo que elas não sejam sexualmente ativas. Os preservativos podem reduzir o risco de contrair a infecção, mas não são 100% eficazes. Outros lugares onde o HPV causa câncer são:
Pênis;
Área anal;
Vulva;
Vagina;
Cavidade oral.

Como o HPV causa câncer de colo do útero

Os HPVs de alto risco levam ao câncer porque produzem alterações nas células do colo do útero.
– Estas são, inicialmente, alterações pré-cancerosas que podem ser reconhecidas através de testes de triagem.
– Com o tempo, as células pré-cancerosas podem se transformar em células cancerígenas. Após o câncer ter se desenvolvido, ele se espalha dentro do colo do útero e, eventualmente, para áreas adjacentes e, finalmente, distantes.

Outros fatores de risco para o câncer de colo do útero

Mulheres de etnia hispânica ou afro-americana têm um risco maior de câncer do colo do útero do que mulheres caucasianas. Além disso, pode-se citar:
Fumar;
Uso a longo prazo de pílulas anticoncepcionais orais;
Ter muitos filhos;
Ter HIV ou um sistema imunológico enfraquecido;
Ter tido vários parceiros sexuais, o que aumenta as chances de contração dos vírus acima citados;

Teste de Papanicolau: encontrar o câncer do colo do útero no início

O teste de Papanicolau tem sido um sucesso na prevenção de muitos casos de câncer do colo do útero, porque é capaz de detectar células anormais, muitas vezes antes de se transformarem em células cancerígenas.
Nele, uma amostra é retirada do colo do útero, que é então examinado em busca de células anormais.
– As mulheres devem fazer um teste de Papanicolau a cada 3 anos, com início aos 21 anos. Dos 30 aos 65 anos, as mulheres podem ficar até 5 anos sem fazer o exame de Papanicolau, desde que façam o teste de Papanicolau e HPV conjunto.
– Se você estiver em maior risco, poderá precisar de testes mais frequentes. Pular os períodos de testes aumenta o risco de câncer do colo do útero.
– Mesmo se você recebeu a vacina contra o HPV, ainda precisa de testes de Papanicolau, porque a vacina não protege contra todos os tipos de HPV que podem causar câncer.
E se os resultados do exame Papanicolau forem anormais?
Se houverem pequenas alterações vistas nas células em um exame de Papanicolau, o médico pode solicitar um teste de repetição.
– Ele também pode sugerir uma colposcopia, um exame que examine o colo do útero através de um dispositivo de ampliação ou uma biópsia do colo do útero.
– Células anormais podem ser destruídas antes de se transformarem em células cancerígenas, e este tipo de tratamento é altamente eficaz na prevenção do câncer do colo do útero.
Teste de DNA do HPV para encontrar o câncer do colo do útero no início
O teste para o material genético (DNA) dos vírus HPV é um teste diagnóstico que pode ser feito em adição ao teste de Papanicolau.
– Este teste identifica as formas de alto risco do HPV associadas ao câncer. O teste também pode ser usado em mulheres que tiveram resultados anormais de Papanicolau.
Biópsia para o diagnóstico do câncer de colo de útero
Uma biópsia é a remoção de um pequeno pedaço de tecido para exame no laboratório.
– O exame pode identificar a presença de alterações pré-cancerosas ou células cancerígenas. A maioria das biópsias pode ser feita no consultório do médico.
Estágios do câncer de colo do útero
O estágio do câncer do colo do útero refere-se ao grau de disseminação. O que significa cada estágio do câncer de colo de útero?
Estágio 0 – O Estágio 0 significa que as células cancerosas são encontradas na superfície do colo do útero;
Estágio I – O Estágio I significa que o câncer está localizado no colo do útero;
Estágio II – O Estágio II significa que o câncer se espalhou para a parte superior da vagina e sinaliza um câncer no estágio II;
Estágio III – O Estágio III são tumores estendidos para a vagina inferior;
Estágio IV – No estágio IV, o tumor se espalhou para a bexiga ou reto, ou para locais distantes do corpo.

Tratamento do câncer de colo de útero: Cirurgia

Para cânceres até o estágio II, a cirurgia geralmente é feita para remover as áreas de câncer.
– Isso geralmente significa que o útero é removido (histerectomia) juntamente com o tecido circundante. Os ovários, as trompas de falópio e os gânglios linfáticos na área também podem ser removidos.
Tratamento do câncer de colo de útero: radiação
A radioterapia externa pode ser usada para destruir as células cancerígenas que podem permanecer após a cirurgia.
– A radiação interna (braquiterapia) envolve a colocação de material radioativo dentro do próprio tumor para destruir as células cancerígenas.
– A radioterapia é frequentemente usada em conjunto com a quimioterapia para tratar mulheres com todos os casos de câncer do colo do útero, com exceção dos primeiros. Efeitos colaterais da radioterapia:
Náusea;
Vômito;
Cansaço;
Contagens baixas de células sanguíneas.
Tratamento do câncer de colo de útero: quimioterapia
A quimioterapia pode ser o tratamento principal se o câncer do colo do útero já se espalhou para locais distantes no corpo. A quimioterapia é o uso de drogas tóxicas para matar as células cancerígenas. Efeitos colaterais da quimioterapia:
Fadiga;
Perda de cabelo;
Perda de apetite;
Náusea;
Vômito;
Fáceis contusões.

Lidando com tratamentos de câncer do colo de útero

Embora os tratamentos contra o câncer possam fazer com que você perca o apetite, é importante manter uma boa nutrição e manter um peso saudável.
– Ser ativo também é útil, pois o exercício pode aumentar seus níveis de energia e reduzir o estresse. Seu médico pode ajudá-lo a decidir que tipo de atividade é melhor para você.
Fertilidade após cirurgia de câncer de colo de útero
Como o tratamento para o câncer do colo do útero pode envolver a remoção do útero e dos ovários, a gravidez futura pode não ser possível.
– No entanto, se o câncer for detectado precocemente, pode haver opção para uma gravidez futura com um tratamento conhecido como uma traquelectomia radical.
– Neste procedimento, o colo do útero e parte da vagina são removidos, mas a maioria do útero é deixada intacta.
Taxas de sobrevivência de câncer de colo de útero
Sobreviver ao câncer do colo do útero depende do estágio, ou extensão da disseminação, no momento em que é encontrado.
– Com base nas mulheres diagnosticadas entre 2010 e 2012, as taxas de sobrevida em 5 anos variaram de 93% para cânceres detectados precocemente até 15% para cânceres generalizados.
– Mas os tratamentos e as perspectivas estão melhorando constantemente, e essas chances podem ser ainda melhores hoje. Além disso, nenhuma estatística pode prever exatamente como uma pessoa responderá ao tratamento.
Vacina contra o câncer de colo de útero
As vacinas estão disponíveis para prevenir a infecção com os tipos de HPV com maior probabilidade de causar câncer.
Formas mais recentes de vacinas estão em desenvolvimento. Conheça o plano de saúde CAMIM para ter acesso a suas opções e proteja-se contra o câncer de colo do útero!

O câncer de colo do útero é um câncer decorrente no qual as células do colo do útero se tornam anormais e começam a crescer descontroladamente, formando tumores.
Aproximadamente 90% dos casos de câncer de colo do útero são atribuídas à infecção pelo papilomavírus humano (HPV). Apenas certos tipos de HPV causam, de fato, o câncer.
Em termos técnicos, o tipo 16 é a forma mais comum de HPV relacionado ao câncer e em NIC 2 e NIC 3 e o HPV-18 é mais específico que o HPV-16 para tumores invasivos.
Na maioria das mulheres, a infecção desaparece em 9 a 15 meses. Qualquer fator que influencie a integração do DNA do HPV no genoma humano pode causar progressão para doença invasiva. Saiba mais sobre o assunto.

 

Afinal, quem pode ter o câncer de colo do útero?

Os dois tipos histológicos principais de câncer de colo do útero são o adenocarcinoma e o carcinoma de células escamosas.
– Destes, 99% de mulheres apresentam carcinoma cervical escamoso causado por infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV).
– O risco de desenvolver câncer de colo uterino está associado à idade precoce da primeira relação sexual, múltiplos parceiros sexuais, tabagismo e infecção por HPV, além do uso de anticoncepcional oral por um período mais longo.
– Além disso, uma mulher que tem relações sexuais com um parceiro masculino que, por sua vez, teve relações sexuais com várias mulheres também confere um risco significativo ao desenvolvimento do câncer de colo do útero.
A maioria dos casos está associada a um risco aumentado de adquirir ou ter resposta imune comprometida inadequada à infecção pelo HPV, o agente etiológico da maioria dos cânceres do colo do útero
– Uma doença não transmissível como o câncer de colo do útero cria efeitos devastadores nos países em desenvolvimento.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a união internacional contra o câncer, 24,6 milhões de pessoas vivem com câncer em todo o mundo.
Em 2002 e 2008, o câncer foi responsável pela morte de 7,6 milhões de pessoas.
Globalmente, o câncer é a quinta e a segunda neoplasia mais frequente em homens e mulheres, respectivamente. No total, 715.000 novos casos de câncer e 542.000 mortes por câncer foram estimados na África.
Estimativas femininas de câncer de colo do útero
Aproximadamente meio milhão de mulheres desenvolvem câncer do colo do útero a cada ano, com uma estimativa de 85% em países em desenvolvimento.
– O câncer de colo do útero é o câncer mais comum entre as mulheres da África subsaariana, após o câncer de mama no norte da África.
– Na África do Sul, o câncer de colo do útero é o câncer mais comum em mulheres negras e um quarto em mulheres brancas.
– Entre as mulheres nos países em desenvolvimento, aquelas que apareceram com doença avançada continuam a ser uma das principais causas de mortalidade.
Uma redução considerável na incidência e mortes por câncer do colo do útero foi alcançada em países desenvolvidos com programas sistemáticos de rastreamento citológico. Assim, é amplamente evitável por programas de rastreamento eficazes.
Geralmente, as tendências mundiais mostram que os países em desenvolvimento passam por rápidas mudanças sociais e econômicas.
A mudança para o estilo de vida dos países industrializados leva a um aumento do número de cânceres associados a fatores de risco reprodutivos, dietéticos e hormonais.
Em 2013, a OMS lançou o Plano de Ação Global para a Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis entre 2013-2030.
Seu objetivo é reduzir a mortalidade prematura por câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e doenças respiratórias crônicas em 25%.
A prevenção do câncer de colo do útero é extremamente possível no Brasil, uma vez que há um suporte intenso de vacinação contra HPV, campanhas antitabagismo e que apoiam o uso de preservativos e variadas opções de controle de gravidez.
Além disso, o Papanicolau é um exame oferecido por todo o país, sendo ideal investir em um local seguro e confiável para fazer o seu exame.
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Câncer de colo do útero em mulheres de países desenvolvidos

O câncer do colo do útero também é uma das causas mais comuns de câncer entre as mulheres nos países desenvolvidos.
– A mortalidade por câncer do colo do útero é também um indicador de saúde, já que 85% de todas as mortes por câncer do colo do útero estão em países em desenvolvimento, de baixa e média renda.
Porém, sua presença em países desenvolvidos também mostra a importância da conscientização necessária do corpo feminino e dos cuidados a serem tomados com a região reprodutiva.
– De acordo com o relatório da OMS, feito globalmente em 2015, a incidência de câncer do colo do útero foi de 7,9%, a mortalidade foi de 7,5% e a prevalência de cinco anos foi de 9%.
– No fim, o câncer de colo do útero é o câncer mais comum que afeta órgãos reprodutivos e a principal causa de morte entre as mulheres.
É um dos cânceres registrados com tendências crescentes de incidência nos EUA: (1999-2008).
Embora o câncer do colo do útero seja mais comum em mulheres com mais de 50 anos, em países em desenvolvimento, ele está se tornando cada vez mais prevalente entre mulheres durante a idade reprodutiva entre 15 e 49 anos.
Saiba mais sobre os grupos de risco de câncer de colo do útero
Considerando o padrão crescente da doença e a alta prevalência de fatores de risco, a necessidade de um programa de prevenção do câncer do colo do útero é crucial.
– Para estabelecer e melhorar qualquer programa e estratégia, é importante entender a prevalência e os fatores de risco associados ao câncer do colo do útero.
– A informação relacionada com o câncer de colo do útero, como o conhecimento da doença e a atitude e a prática relativamente ao rastreio tem aumentado ao longo dos anos, mas muitas mulheres ainda passam longos períodos sem fazer seus exames de rotina.
– A identificação dos fatores associados ao câncer do colo do útero ajudará o Ministério da Saúde no desenvolvimento de uma estratégia de promoção da saúde e prevenção do câncer de colo do útero para mitigar a prevalência e a letalidade do caso.
Informações finais sobre fatores de risco
A maioria das mulheres que desenvolvem câncer do colo do útero tendem a ter um ou mais fatores identificáveis ​​que aumentam o risco para a doença.
É incomum, mas não impossível, que as mulheres desenvolvam câncer do colo do útero sem nenhum fator de risco aparente.
Alguns fatores de risco podem ser alterados (como fumar e dieta), enquanto outros não podem ser alterados (como idade e raça). Entenda mais com o resumo de fatores de risco abaixo:
– Idade: A maioria dos casos de câncer do colo do útero é encontrado em mulheres com menos de 50 anos.
No entanto, o risco não desaparece com a idade. Quase 20% das mulheres com câncer de colo de útero são diagnosticadas quando têm mais de 65 anos.
– Raça: A American Cancer Society estima que as mulheres afro-americanas são duas vezes mais propensas a morrer de câncer do colo do útero do que a média nacional dos EUA.
Hispânicas e índias americanas também têm taxas de mortalidade acima da média do câncer do colo do útero.
Os pesquisadores acreditam que esses grupos populacionais, assim como as mulheres com baixo status econômico, são menos propensos a receber exames de Papanicolau.
– História sexual: As mulheres que se tornam sexualmente ativas em idade precoce (antes dos 16 anos) têm um risco maior que a média de desenvolver câncer do colo do útero.
Além disso, as mulheres que tiveram múltiplos parceiros sexuais também estão em maior risco de câncer do colo do útero.
Isso ocorre porque essas mulheres estão em maior risco de contrair o papilomavírus humano (HPV), que não pode ser evitado usando preservativos ou outros métodos de controle de natalidade.
– HPV: Certas cepas do papilomavírus humano (HPV) aumentam o risco de câncer de colo de útero.
O HPV é uma doença sexualmente transmissível comum que afeta homens e mulheres.
Existem mais de 80 tipos diferentes de HPV e a maioria não apresenta riscos para a saúde.
No entanto, algumas cepas de HPV podem causar alterações celulares que podem levar ao câncer de colo de útero em mulheres.
– Tabagismo: O tabagismo pode estar associado a um risco aumentado de câncer do colo do útero, bem como a outros tipos de câncer (como o de pulmão).
Os médicos descobriram subprodutos do tabaco no muco cervical de mulheres que fumam e acreditam que esses subprodutos danificam o DNA das células cervicais, aumentando o risco de câncer de colo de útero.
As fumantes são duas vezes mais propensas a desenvolver câncer do colo do útero do que as não-fumantes.
Sabendo tudo sobre os principais fatores de risco para o câncer do colo do útero e quem pode tê-lo, leia sobre prevenção através de nosso e-book gratuito e aposte em longevidade!

Conheça 4 formas de tratar a gastrite para que você fique livre desse problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

A famosa gastrite é uma condição clínica que leva milhões de pessoas a procurarem ajuda médica, todos os anos. A procura é grande porque os sintomas da gastrite afetam os tratos digestivos dos pacientes, causando dores e um grande desconforto. Mas você sabia que existem algumas formas de tratar a gastrite que podem te ajudar a ficar livre dela?

Leia esse artigo até o final e conheça 4 formas de tratamento de gastrite que podem te dar uma melhor qualidade de vida, através de atitudes simples.

O que é gastrite?

Trata-se de um problema digestivo causado pela inflamação do estômago e do seu revestimento, conhecido com mucosa gástrica. A gastrite pode durar pouco tempo, na chamada gastrite aguda ou pode durar até meses e anos, na chamada gastrite crônica. Ambas podem ser tratadas e curadas, mas para isso é necessário um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.

Pessoas que tem gastrite podem sentir dor ou desconforto na região do estômago. O problema é que, às vezes, a gastrite não apresenta nenhum sintoma e somente é descoberta em seu estágio final, diminuindo drasticamente as chances de cura. Antes de você conhecer o tratamento de gastrite, saiba quais são os sintomas dessa doença.

Sintomas da gastrite

Os sintomas da gastrite mais comum entre os pacientes são:

– Sensação de queimação;

– Dores no estômago;

– Náuseas e vômitos;

– Inchaço na região do estômago;

– Perda de apetite;

– Soluços e arrotos constantes;

– Alterações do trato intestinal e na cor das fezes, que podem ser mais escuras.

A duração dos sintomas é relativa e varia de pessoa para pessoa. A gastrite afeta os pacientes de forma diferente. Alguns casos são leves e agudos e outros são crônicos e graves. Por isso a necessidade de que seja feito um diagnóstico precoce para que as chances de cura sejam as mais altas possíveis.

Conheça agora algumas particularidades sobre o tratamento de gastrite e tente seguir as recomendações à risca.

 

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Elimine os alimentos irritantes da sua dieta

Essa é a dica mais importante no tratamento de gastrite. Elimine todos os alimentos e guloseimas que podem irritar a mucosa do estômago. A maioria das pessoas que tem gastrite sentem a piora dos sintomas quando ingerem alimentos processados, fritos ou picantes. Vale lembrar que uma dieta pobre em nutrientes é um fator de risco para a gastrite, pois provoca a inflamação do trato digestivo.

Por isso, se quiser que sua gastrite amenize ou não piore, corte de sua dieta todos os alimentos processados e industrializados, substituindo-os por alimentos mais saudáveis como verduras, frutas e legumes. Evite bebidas açucaradas como refrigerantes e beba 2 litros de água por dia.

Outra dica importante é a quantidade de alimentos que você ingere. É preferível você comer uma quantidade menor mais vezes ao dia do que o contrário. Procure não ir dormir de barriga cheia, pois isso pode comprometer a digestão e piorar a gastrite.

Coma comida de verdade

Quem sofre de gastrite sabe o quanto é chato quando as dores batem à porta. Além de um mal-estar geral, a gastrite pode ainda trazer anemia, inchaço, vômitos e até desidratação. Uma boa dica no tratamento de gastrite é a adoção de uma dieta rica em vegetais, frutas, proteínas e gorduras saudáveis.

Esse tipo de alimento pode ajudar a controlar a inflamação, previne deficiências de vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Pesquisas recentes sugerem que alguns alimentos podem ajudar a amenizar os sintomas da gastrite, pois são excelentes fontes de antioxidantes. Consuma sempre que possível: cebola, alho, abóbora, pimentão, nozes, legumes, peixes e aves.

O consumo de álcool em excesso também pode piorar a gastrite. Evite, ao máximo, consumir bebidas alcoólicas, pois o álcool ajuda a irritar a mucosa do estômago.

Não tome remédios sem prescrição médica

É um hábito extremamente comum entre as pessoas portadoras de gastrite. Usar drogas comuns para tratar a dor, como os anti-inflamatórios podem contribuir para o desenvolvimento da gastrite, pois eles irritam a mucosa do estomago. Outra boa dica para o tratamento de gastrite é tentar reduzir a frequência com que você toma remédios para dor. Opte por tratamentos naturais, sempre que possível.

Se você sofre com dores de cabeça constantes, uma boa opção é tentar reduzir o estresse diário e consumir alimentos ricos em magnésio. Vale lembrar que todo remédio tem seus efeitos colaterais e se você tem gastrite, o melhor é consultar um médico para que seja feito um diagnóstico completo do seu caso.

Somente um profissional capacitado é que pode indicar um remédio que seja adequado com seu estado clínico e que não vai piorar sua gastrite. Nada de se automedicar, combinado?

Pratique exercícios e controle o estresse

Um estilo de vida sedentário e com altos níveis de estresse, podem afetar diretamente a mucosa do estômago. Todas as pessoas que tem propensão para a gastrite, devem fazer atividades físicas regularmente. Além de aumentar suas funções imunológicas, contribuir para o emagrecimento, equilibrar os hormônios e controlar os níveis de estresse, exercícios aeróbicos garantem mais qualidade de vida.

O maior problema é que o estresse aumenta a produção do ácido estomacal, o que provoca as dores da gastrite. Pessoas que sofrem com ansiedade e tem altos níveis de estresse no corpo, geralmente tem problemas no sistema imunológico, são mais suscetíveis às infecções e inflamações diversas.

Tente, ao máximo, controlar os níveis de estresse com algumas práticas de meditação como ioga ou acupuntura. São pequenas atitudes com essas que podem piorar ou melhorar a gastrite.

Ainda tem dúvidas sobre o tratamento de gastrite? Sem problemas. Em nosso blog você pode ler mais sobre esse e outros assuntos. Não medimos esforços em prestar um atendimento de excelência. Para nós o cliente sempre vem em primeiro lugar!

Conheça dicas preciosas de como diminuir a queimação no estômago através de uma alimentação simples e balanceada.

Se você sofre de queimação no estômago, sabe o quanto isso incomoda quando ela resolve atacar. Esse é um problema que atinge cerca de 15% da população brasileira adulta e as causas podem ser desde o abuso de comidas picantes até uma gastrite aguda que não foi tratada corretamente.

Se você quer saber como diminuir a queimação no estômago para aproveitar as festas durante todo ano sem medo, leia esse artigo até o final e saiba o que fazer.

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Como diminuir a queimação no estômago?

Alguns alimentos e receitas caseiras podem ajudar bastante a reduzir esse incômodo problema. Vale lembrar que alimentos gordurosos devem ser evitados, ao máximo, pois eles irritam a mucosa estomacal, aumentando a queimação. Algumas receitas caseiras podem amenizar o problema para que você aproveite a comilança das festas de final de ano.

Chá de tomilho: essa poderosa erva diminui os gases, o inchaço na mucosa do intestino e reduz a sensação de queimação no estômago. Coloque para ferver uma colher de folhas secas numa xícara de água e tome o chá 2 vezes ao dia.

Raiz de gengibre: ajudar a reduzir a queimação estomacal e ainda libera os gases que tanto incomodam. Para obter um efeito mais rápido, você pode mastigar um pedaço de gengibre com 1 colher de chá de mel, de preferência com o estômago vazio. Mantenha o consumo por, pelo menos, 1 semana.

Hortelã-pimenta: funciona como um verdadeiro balde de água fria contra a queimação no estômago. Além de amenizar o refluxo, a hortelã ainda alivia gases e cólicas. Faça um chá usando folhas secas ou frescas e tome uma xícara duas vezes ao dia.

Iogurte natural:  outra excelente opção contra a queimação no estômago. Além de diminuir aquele desconforto provocado pelo excesso de acidez, auxilia no tratamento de lesões do intestino e distúrbios do sistema digestivo. Tome 1 iogurte natural sem açúcar, antes das principais refeições.

Mel puro: o uso regular de mel pode ser um grande aliado contra a queimação no estômago. Beba 1 colher de mel puro em jejum, diariamente. Além de todos os benefícios, o mel ameniza os incômodos causadas pela úlcera estomacal e as lesões no intestino.

Banana e melancia: algumas frutas também são ótimas opções para diminuir a queimação no estômago. Consuma 1 banana diariamente uma hora antes do almoço ou se preferir, uma fatia média de melancia, que também faz o mesmo efeito. Você pode repetir o procedimento durante 1 mês ou até sentir que a queimação estomacal diminuiu.

Água de coco: é outra deliciosa opção quando o assunto é queimação no estômago, produzindo um alívio imediato contra esse chato incômodo. Beba um copo cheio de água de coco bem gelada duas vezes ao dia. Apesar de ser uma delícia, não exagere na dose, pois a bebida tem sódio e pode elevar a pressão arterial.

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Saiba o que é gastrite nervosa e como você pode ser prevenir para que esse problema não faça mais parte da sua vida.

 

O que é gastrite nervosa?

A gastrite nervosa é uma doença do estômago que atinge milhares de pessoas em todo o mundo. Apesar de não causar inflamação estomacal como a gastrite clássica, sintomas como azia, queimação e sensação de estômago cheio podem aparecer devido a questões emocionais como nervosismo, ansiedade e estresse. A gastrite nervosa também é conhecida como dispepsia funcional e pode ser tratada através de medidas simples como mudanças na alimentação e controle diários dos níveis de estresse.

Prevenção

Através de medidas simples, você pode prevenir a gastrite nervosa e melhorar muito a sua qualidade de vida. Leia com atenção as dicas abaixo e dê adeus para esse incômodo.

Mastigue bem a comida:

Uma mastigação eficiente ajuda a formar o bolo alimentar, reduzindo as partículas dos alimentos e, consequentemente, facilitando todo o processo digestivo. Quando for se alimentar, mastigue bem os alimentos, pois quando se come muito depressa, o organismo é obrigado a liberar mais suco gástrico para digerir a comida, irritando a mucosa do estômago.

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 Não exagere no café:

O café exerce uma ação irritante se a mucosa do estômago estiver inflamada. Se você tem gastrite nervosa, é melhor não tomar café em excesso, pois isso pode piorar o problema. Uma boa dica é trocar os cafés mais concentrados por versões com menos cafeína, como o expresso ou até mesmo descafeinados.

Controle a ansiedade e o estresse:

Talvez essa seja a principal dica para se evitar a gastrite nervosa. É claro que nem sempre é possível manter-se calmo e tranquilo todos os dias, por causa da correria da vida moderna. Altos níveis de estresse e tensões à flor da pele podem causar o aumento do suco gástrico, machucando a parede do estômago. Muita calma, sempre!!!

Evite alimentos gordurosos:

Por mais que sejam uma delícia e uma tentação, os alimentos gordurosos podem piorar a gastrite. Esse tipo de alimento faz o estômago produzir mais suco gástrico, agravando o problema. Portanto, se quiser que sua gastrite nervosa melhore ou amenize bastante, evite alimentos ricos em gordura.

Não exagere no álcool:

O álcool ataca diretamente a mucosa do estômago e o deixa mais vulnerável aos efeitos ácidos do suco gástrico. O abuso do álcool aliado a alguns maus hábitos alimentares e altos níveis de estresse podem agravar a gastrite nervosa ou até mesmo desencadear uma úlcera. Tudo é permitido e só não vale exagerar com nada, combinado?

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Todos os estágios da doença de diabetes fazem muito mal para saúde e podem causar outros tipos de doenças em nosso organismo.

Todas as classificações da doença de diabetes podem trazer problemas graves para a saúde, tanto a pré-diabetes, diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e a diabetes gestacional. Cada classificação da diabetes atinge o corpo de uma maneira diferente, e quanto mais avançado estiver o estágio da doença, mais problemas para a saúde ela pode causar.

A doença de diabetes precisa ser detectada cedo, mas nem sempre isso ocorre com agilidade. Isso acontece porque quanto antes a doença for diagnosticada, mais cedo o tratamento começa e menos riscos o paciente corre de agravar o seu estado de saúde.

Os efeitos da diabetes pelo corpo são diversos e alguns deles podem ser bem graves. Se o problema for bem controlado, é bem possível que todos os efeitos negativos não sejam tão evidentes e incômodos.

Quando a doença é identificada de forma tardia, isso pode acarretar consequências bastante sérias no organismo como um todo. Esses efeitos costumam aparecer a longo prazo e os primeiros alvos são os vasos sanguíneos e os nervos. Dependendo do caso, o corpo todo pode sofrer graves consequências.

Os danos que ocorrem em longo prazo da doença de diabetes são chamados de “complicações do diabetes”. Se uma pessoa com diabetes controla seu problema mantendo sua glicemia em equilíbrio, juntamente a seu nível de colesterol e pressão sanguínea, o corpo pode escapar das complicações mais graves sem nenhum problema.

Alguns fatores que ajudam no controle de diabetes são: evitar fumar; evitar a ingestão de álcool em grandes quantias; praticar exercícios físicos de forma regular e adotar uma dieta balanceada e saudável.

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Efeitos da doença de diabetes no corpo

A doença de diabetes causa diversos efeitos nos órgãos do corpo se negligenciada. Alguns desses efeitos são:

  • Retinopatia diabética – Um dos efeitos mais comuns da doença de diabetes é a retinopatia diabética. Esse é um problema sério que quando não tratado corretamente, pode levar a cegueira ou deslocamento de retina.

A retinopatia diabética ocorre devido aos danos que acontecem nos vasos sanguíneos próximos as retinas que incham e extravasam o sangue. O problema de diabetes eleva as taxas de açúcar na corrente sanguínea, provocando um quadro de pressão alta.

É preciso que as pessoas que sofrem de diabetes tentem controlar a doença através de tratamentos adequados para que as taxas de açúcar no sangue fiquem devidamente controladas. A retinopatia é uma doença que passa por avanços lentos, porém devastadores.

Muitas pessoas descobrem que tem a doença de diabetes quando aparecem outros problemas de saúde pelo corpo. Algumas sintomas da retinopatia são:

  • Visão embaçada;
  • Dores nos olhos;
  • Perda da visão;
  • Perda da visão noturna;
  • Visão dupla;
  • Mudanças repentinas na visão;
  • Enxergar pontos negros à frente.
  • Nefropatia diabética – Um dos efeitos mais comuns da doença de diabetes é a nefropatia diabética. O termo é utilizado quando ocorre à deterioração do funcionamento normal dos rins. Esse problema atinge pelo menos 40% dos diabéticos.

 

Se a nefropatia não for cuidada, ela pode levar a falência dos rins. Nesse caso, somente um transplante resolveria o problema. A nefropatia pode levar até 20 anos para entrar em seu estágio avançado e chegar a falência dos rins, então é necessário tomar os devidos cuidados para evitar um agravamento da situação.

A principal causa da nefropatia é a hipertensão (pressão alta), por isso é fundamental sempre checar e controlar a pressão sanguínea.

Os sintomas da nefropatia demoram a aparecer e fica difícil conseguir identificar o problema no seu estágio inicial. É recomendado que pessoas com diabetes façam exames regulares e sempre fiquem de olho em sua saúde. Os sintomas mais comuns da nefropatia são:

  • Inchaço dos membros inferiores, como tornozelos, pés, pernas e das mãos, isto ocorre devido à retenção de água no corpo;
  • Falta de ar ao realizar qualquer atividade cotidiana;
  • Urina escura e muitas vezes com sangue;
  • Cansaço;
  • Náusea e vômitos.
  • Neuropatia diabética – Já no sistema nervoso, o efeito colateral mais comum de se identificar é a neuropatia diabética, caracterizada como um dano nos nervos. Os nervos são fontes de energia em nosso corpo, levando sinais elétricos de uma parte do corpo para a outra.

Por exemplo, quando sentimos dor quer dizer que os nervos estão transmitindo informações até o cérebro. As neuropatias podem ser bem dolorosas e são consideradas um dos piores efeitos da doença de diabetes.

A neuropatia ocorre quando as pessoas diabéticas deixam a taxa de açúcar no sangue atingir níveis muito altos. A glicemia se eleva demais e danifica os vasos sanguíneos, e como consequência os próprios nervos são diretamente afetados.

Alguns dos sintomas deste problema são:

  • Falta de sensibilidade e formigamento nas mãos e pés;
  • Suor excessivo;
  • Sensação constante de queimadura em alguma região do corpo;
  • Dores fortes, espasmos em certas regiões do corpo;
  • Falta de estimulo nos órgãos sexuais.

É preciso ficar alerta aos efeitos que a doença de diabetes causa, pois o seu avanço pode prejudicar e muito a nossa saúde e levar a falência de diversos órgãos do corpo, além de desencadear outros tipos de doenças graves.

A CAMIM sempre está pronta para te atender e manter sua saúde em dia. Acompanhe nosso blog e fique por dentro de todas as novidades que vão te ajudar a garantir uma saúde ainda melhor!

o que é ansiedade e como identificar se você está sofrendo com essa doença

Saiba o que é ansiedade e quais os principais sintomas que identificam essa doença que afeta milhares de brasileiros.

 

Você sabe o que é ansiedade e como identificar se está sofrendo com essa doença?

 

Suores, tremores, coração acelerado, inquietação, entre outros. Todos esses sentimentos ficam à flor da pele quando se está sofrendo de ansiedade, não é mesmo? O problema é que muitas pessoas acabam confundindo a ansiedade com depressão, que é uma doença totalmente diferente.

Através desse artigo, você vai saber o que é ansiedade e quais os principais sintomas que podem identificar se você está sofrendo com esse transtorno que afeta a vida social e familiar de muita gente.

 

O que é ansiedade?

A ansiedade nada mais é do que uma sensação muito ruim que você pode sentir em relação a alguma coisa específica. A maioria das pessoas cria expectativas e receios diante de uma determinada situação, que são características absolutamente normais do ser humano, desde que sejam apresentadas de forma esporádica e controlada. Considerada por muitos como o mal do século, a ansiedade é vista quando a pessoa passa por momentos de muita tensão ou apreensão, causando reações desagradáveis no corpo. Agora que você já sabe o que é ansiedade, conheça os principais sintomas.

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Preocupação excessiva

É a ansiedade em sua essência. Se você se preocupa excessivamente com as coisas do cotidiano que são normais na vida de qualquer pessoa, você pode estar sofrendo de ansiedade. Pensamentos ansiosos e persistentes quase todos os dias e por meses a fio, geram uma fadiga mental na pessoa que pode chegar a atrapalhar suas atividades como trabalho, estudo e até o lazer.

 

Dificuldade para dormir

Não basta saber o que é ansiedade e não conhecer os sintomas, certo? Dificuldade para pegar no sono ou mantê-lo durante a noite, está associado a problemas físicos ou psicológicos. Se você não dormiu bem por causa de uma entrevista de emprego pela manhã, é perfeitamente natural e isso não quer dizer que você esteja sofrendo de ansiedade. Agora se você vai para cama todas as noites e leva horas para pegar no sono por causa de preocupações como falta de dinheiro ou qualquer outra questão em particular, pode ser um sinal da ansiedade.

 

Medo de falar em público

A maioria das pessoas sente aquele frio na barriga antes de abordar um grupo de pessoas ou falar em público, o que é absolutamente normal. Agora, se o medo for excessivo que você fica com tremores, sudoreses excessivas ou até começa a gaguejar, é melhor procurar ajuda médica. Você pode estar sofrendo de uma forma de transtorno de ansiedade social, conhecida como fobia social.

 

Pânico

Saber o que é ansiedade e identificar seus sintomas nem sempre é fácil. Os famosos ataques de pânico podem ser assustadores. Sintomas como aperto na garganta e no peito, coração acelerado, mãos frias e tonturas podem ser sinais de ansiedade. Nem todas a pessoas que tem um ataque de pânico sofrem de ansiedade, mas se esses ataques forem constantes e sem motivos evidentes, o ideal é que você busque auxílio médico para iniciar o tratamento mais adequado para o seu caso.

O próximo passo é aprender a identificar os sintomas com mais precisão e a tratar corretamente o problema. Para isso produzimos um artigo mais aprofundado no assunto, confira aqui.

 

A Camim conta com uma equipe de médicos especialistas que podem ajudar no seu diagnóstico, prolongando assim as chances de você conseguir controlar os sintomas que tanto afetam os pacientes que sofrem com essa condição. Entre em contato conosco, será um prazer atendê-lo!

 

Texto retirado do site: www.blog.camim.com.br