Check up: entenda pra que servem os principais exames e qual sua importância

Quem já presenciou alguma situação em que uma pessoa está super bem-humorada, e poucos momentos depois está pra lá de irritada? Normalmente quando vemos isso pensamos: ‘nossa, essa pessoa deve ser bipolar’. E se eu te dissesse que isso não é transtorno bipolar?

Antes de tudo vamos entender o que significa a palavra bipolar. Essa palavra significa 2 polos, no caso, referentes ao nosso humor.

De um lado está a euforia e do outro está a depressão.

Pessoas com Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) podem, sim, passar de um polo para o outro. Porém, essa alteração do humor não acontece no mesmo dia.

Na verdade cada quadro dura no mínimo uma semana. Podendo chegar a alguns meses, em certos casos.

Estágios do transtorno bipolar

Nos quadros de euforia – conhecidos na psiquiatria como mania – o indivíduo fica bastante agitado, com pensamento acelerado, normalmente realizando as tarefas de forma muito acelerada.

Sua fala fica muito rápida e excessiva, e quadros de insônia também são comuns.

A impulsividade é um dos sintomas do quadro de mania. O indivíduo por impulso acaba vendendo pertences ou comprando coisas desnecessárias e em excesso.

Os quadros de euforia têm duração mínima de 7 dias.

Em alguns casos o paciente atinge um estado de delírio. Que é quando ele começa a se achar a pessoa mais forte do mundo, ou a mais inteligente de todas, e acaba fazendo atividades que põem em risco a saúde dele e de outras pessoas, como dirigir em alta velocidade.

Em casos como esse muitas vezes a internação se faz necessária, para que se diminuam os riscos.

Nos quadros de depressão, que são aqueles períodos onde a pessoa fica com o humor entristecido, normalmente o indivíduo busca o isolamento em relação a outras pessoas.

Ela tem alterações na motivação, na memória, na concentração, insônia ou hipersonia, além de perda de apetite.

Os casos de depressão costumam ter a duração mínima de duas semanas. Podendo acarretar em tentativas de suicídio.

Geralmente os quadros de depressão são mais longos do que os quadros de euforia.

Quando o indivíduo não se encontra em nenhum dos dois extremos significa que ele está no estágio de eutimia.

Fatores que podem levar ao transtorno bipolar

São diversos os fatores que podem acarretar em um transtorno bipolar. Dentre os principais está a hereditariedade.

Maus-tratos, abuso, perdas e etc. também podem gerar alterações neurológicas que podem acarretar em um transtorno bipolar.

Tratamento

No transtorno bipolar existe uma alteração química neurocerebral. Portanto apenas conversas ou orientações não são o suficiente para que os quadros sejam controlados.

Porém, a psicoterapia pode auxiliar o paciente a lidar com as dificuldades causadas ela doença.

Existe um tratamento medicamentoso que é considerado bem sucedido em remissão dos sintomas.

Desde 2015 o tratamento medicamentoso completo de transtorno bipolar está incorporado ao SUS, devido à inclusão dos medicamentos Clozapina, Lamotrigina, Olanzapina, Quetiapina e Risperidona.

Porém é importante que para que o tratamento seja feito a família esteja em cooperação. Pois o indivíduo com transtorno bipolar não compreende que está com uma doença.

Por isso é importante primeiro conscientizar o indivíduo. A família não deve contestar o indivíduo. Pois caso a agitação seja grande o indivíduo pode ter reações agressivas.

Portanto, inicialmente, deve haver a conscientização, para que o tratamento seja realizado e tenha eficácia.

Caso necessite de orientação médica, não perca tempo. Marque já uma consulta com o psiquiatra da Camim mais próxima.

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