Câncer de pele: saiba mais sobre um dos grandes vilões do verão - Camim

Câncer de pele: saiba mais sobre um dos grandes vilões do verão

Aproveitar as férias na praia durante o verão ou até mesmo aquele fim de semana ensolarado na piscina do clube são atividades que fazem parte da rotina de muitos brasileiros em qualquer época do ano. Basta ter sol para que o dia seja de atividades ao ar livre. Entretanto, poucas pessoas se atentam aos devidos cuidados com a pele.

Mais do que um efeito estético, para evitar a vermelhidão provocada por excesso de sol, todas as pessoas precisam buscar meios de se proteger. Vale lembrar que a exposição aos raios solares pode provocar queimaduras, aparecimento de manchas na pele e até problemas mais graves, como o câncer de pele.

Pessoas com mais de 40 anos possuem maior predisposição para desenvolver o câncer não-melanoma. Porém, devido à exposição aos raios de sol cada vez mais cedo, a faixa etária tem variado bastante.

Sol: amigo ou inimigo?

Tomar banho de sol é uma prática saudável, afinal a luz solar é responsável por estimular o nosso corpo a produzir vitamina D. A única fonte desta substância é o sol e entre suas variadas funções em nosso organismo, a principal é a manutenção do tecido ósseo. Mas vale ressaltar que esta exposição ao sol deve ser feita com moderação.

Durante o verão, o Brasil fica mais exposto aos raios solares. Essa é uma das explicações para que o dia comece mais cedo e demore mais tempo para escurecer. Também é durante a estação mais quente do ano que a Terra recebe uma maior incidência de raios ultravioletas, os raios UV.

Estes raios invisíveis a olho nu são maléficos à nossa pele. Por isso, médicos recomendam evitar o banho de sol às 11h e às 15h, quando há uma maior concentração de raios. Outra orientação é sempre utilizar bloqueadores ou protetores solar.

Câncer de pele: um dos vilões do verão

Assim como em outras doenças, o diagnóstico tardio é prejudicial, tendo em vista que o câncer pode se espalhar para outras regiões do corpo através dos vasos sanguíneos. O diagnóstico precisa ser feito no início da doença, para que as chances de cura sejam maiores e os tratamentos sejam mais efetivos. Por isso, a importância de passar regularmente em consulta com o médico dermatologista.

Em casos confirmados de câncer de pele, o especialista indicará a melhor forma de tratamento, que pode ser feito até mesmo com técnicas de cirurgia plástica.

Como a cirurgia plástica é usada no tratamento de câncer de pele?

Uma das maneiras de tratamento do câncer de pele é através da cirurgia plástica. Após o diagnóstico da região e profundidade atingida pela doença, o cirurgião procura o procedimento mais adequado, a fim de remover todas as células cancerígenas. Entre as técnicas, está a de remoção simples, uma das mais utilizadas, principalmente para a remoção de pequenas manchas.

Para casos mais evoluídos de câncer, aqueles que já acometeram uma grande quantidade do órgão, o cirurgião pode optar em fazer a remoção e preencher o espaço com a técnica do retalho.

Outro método é o enxerto, quando é retirada uma parte do tecido de outra região do corpo para ocupar o espaço removido de pele por conta do câncer. É importante que o paciente tenha a ciência de que pode ficar com algumas cicatrizes, porém livre das células malignas.

Além de ajudar na superação do câncer, o profissional terá o cuidado necessário com a questão estética e com o bem-estar do paciente. Para saber mais, agende uma consulta na Camim mais próxima de você.

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