5 curiosidades sobre o olfato

5 curiosidades sobre o olfato

Podemos despertar para a fome, sentir repulsa de alguma substância tóxica ou atração por algum perfume, trazer de volta uma lembrança do passado. São inúmeras as sensações que somos capazes de detectar, mas na maioria das vezes isso é tão sutil que passa despercebido — apenas sentimos.

E num mundo onde praticamente tudo tem cheiro, esse sentido tem o poder de decifrar mensagens químicas das quais depende a nossa própria sobrevivência. Além disso, é graças ao olfato, um aliado do paladar, que sentimos a diferença de sabores quando nos alimentamos.

Recém-nascidos identificam a mãe já na primeira semana de vida pelo cheiro

Você sabia que, observando o comportamento dos bebês, os cientistas concluíram que a partir da primeira semana de vida, eles já reconhecem o cheiro da mãe, antes mesmo de enxergá-la? Ou seja, eles já nascem com toda a estrutura nasal pronta, enquanto os demais sentidos só vão funcionar perfeitamente depois de alguns dias e semanas de vida.

Todas as pessoas têm um cheiro próprio

Elas têm uma espécie de combinação final de todas as substâncias odoríferas liberadas através da pele. E os adultos também reconhecem o odor de outras pessoas. Cientistas italianos descobriram que um dos primeiros sinais do final de um romance é quando um dos parceiros passa a não suportar o cheiro do outro, um aroma muito sutil, envolvido por perfumes e desodorantes, e que necessita de muita intimidade para ser captado pelo nariz humano.

 O nariz é o responsável pelo nosso apetite

Qualquer pessoa, sem ao menos notar, percebe melhor o aroma quando está mais perto da hora de comer, e isso faz com que sinta o cheiro da comida de longe. Quando isso acontece, o cérebro manda uma mensagem para o estômago produzir sucos gástricos. É assim que as glândulas salivares entram em ação deixando as pessoas com a famosa água na boca.

Metade do sabor que sentimos vem do cheiro

As papilas gustativas da língua, que sentem o gosto dos alimentos, identificam os quatro sabores básicos: amargo, azedo, doce e salgado. Mas é quando se expira que o fluxo de ar, que passa pela garganta, capta as moléculas odoríferas do alimento que está sendo mastigado. O cérebro, então, soma as informações das papilas gustativas com as do olfato e o resultado é o paladar.

O olfato estimula a memória

A ciência ainda não sabe explicar essa relação. Mas supõe-se que, para reconhecer qualquer coisa, o cérebro puxe de seu arquivo um fato do passado. Sendo assim, é comum que algum aroma esteja ligado a algo que reproduza associações com momentos do passado, como o aroma da chuva, a fritura do bolinho do lanche da tarde, aquele cheiro de bolo quente da vovó.

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